São poucos os que identificam o cidadão da foto. Pois se ele não tivesse existido, provavelmente hoje não teríamos o nosso querido iPhone nas mãos.
Ele é Steve Wozniak, que, em uma garagem, fundou no dia 1° de abril de 1976 (junto com seu amigo Steve Jobs) a Apple Computers. Graças à ele (também) a empresa cresceu e se tornou uma das mais importantes do mundo dos computadores.
Woz saiu da Apple em 1985 e fundou uma pequena empresa de controles-remoto. Enfim, mesmo passando os anos, ele ainda é adorado pelos fãs da Apple, por ter ajudado a transformar o mundo.
Apesar da notoriedade, ele é um grande fanfarrão. Na foto, ele mostra seu iPhone 3G branco com a tela do Pwnage (o método de jailbreak do Dev Team). Ou seja, indo publicamente contra a empresa que um dia foi também dele. Um barato isso!
Woz está atualmente no Brasil fazendo palestras. Quem quiser saber mais sobre a história dele (e também de Jobs e Bill Gates), sugiro assistir o filme “Piratas do Vale do Silício“. Também tem a excelente matéria que o Neto fez no UpdateorDie sobre seu encontro com o gênio.
É dificil de acreditar, mas é verdade. Nós aqui já havíamos comentado sobre esse aparente bug do iTunes 7.7 (e que foi melhorado no 7.7.1) que faz com que toda vez que se conecte o iPhone, ele comece do zero o backup do aparelho.
Esta cópia de segurança é um dispositivo criado pela Apple para que não percamos as configurações e os dados dos aplicativos toda vez que realizarmos uma restauração do firmware. O problema é que demora demais, pois praticamente TUDO que está no iPhone é copiado.
O que não dá para entender é o porquê de levar tanto tempo assim, visto que a partição do sistema mede somente 512Mb (se você aumenta esse valor com o Pwnage, o backup também demora mais). Qualquer transferência pela internet leva muito menos tempo que isso, então pelo cabo USB 2.0 deveria ser muito mais rápido, não é?
Um usuário resolveu filmar o seu caso, pois ninguém acreditava quando ele dizia que seu backup durava 8 horas! Veja com seus próprios olhos no vídeo abaixo. O meu recorde pessoal foi de 1h15…
Vocês lembram quando brincamos aqui com imagens holográficas no iPhone? Pois é, agora um cartunista/animador chamado David OReilly desenvolveu um aplicativo que visualmente simula uma animação em 3 dimensões.
Usando a técnica da perspectiva anamórfica, muito usada em pinturas de rua, o artista usou os recursos presentes no iPod touch (e consequentemente também no iPhone) para criar uma prova de conceito, desenvolvendo um aplicativo chamado iHologram. Ele não está disponível para o grande público, mas David é aberto à desenvolvedores que estiverem interessados em contribuir.
É impressionante o que se pode fazer com o acelerômetro do iPhone, não é?
ATUALIZAÇÃO: Pois é, na verdade não é um aplicativo e sim um vídeo rodando no touch. Como nos indicou nosso leitor Fábbio Costa, o tal artista declarou hoje que ele teve a idéia, mas não tem conhecimentos técnicos suficientes para realizar o programa. Como dissemos, era apenas uma prova de conceito (legal que usamos essa palavra antes e agora outros blogs usam a mesma para definir o iHologram).
O incrível foi que em um certo momento ele toca a tela, como é que não apareceu os comandos do iPod?
Pois é, para mostrar que toda essa história da demora na liberação do iPhone 3G no Brasil está fazendo a Apple perder muito dinheiro.
O blog do Dev Team (criadores do método de desbloqueio Pwnage) acaba de publicar algumas estatísticas de acesso de seu site. E a surpresa? Olhem quem está entre as 5 redes mundiais que mais acessam o blog:
Isso parece significar que há um grande interesse do público brasileiro no iPhone, que por não poder comprá-lo oficialmente, procura por alternativas para desbloqueá-lo.
Temos compradores interessados e permissão da ANATEL. Está faltando o quê para termos o iPhone no Brasil?
A maioria das empresas brasileiras ainda não se deu conta que a melhor plataforma móvel para navegar na internet está prestes a entrar oficialmente no Brasil: o iPhone 3G. E devido à isso, ainda são raros os sites nacionais adaptados para o nosso amado dispositivo multitouch, ao contrário do que acontece nos países em que o celular da Apple já foi lançado.
A Hands quer reverter esse quadro e para isso está fazendo uma coisa bem interessante: adaptando sites nacionais para o iPhone. Ela já tem atualmente o maior portal nacional para a plataforma iPhone OS, reunindo diversos sites e serviços voltados ao público brasileiro. Nele, você encontra de uma maneira bem prática tudo o que precisa para começar bem o dia: notícias nacionais, previsão do tempo, dicas de cinema, gastronomia, mapas, baladas e muito mais.
A expectativa do portal é atingir pelo menos 50% dos iPhones e 25% dos iPods touch comercializados no Brasil até maio de 2009.
Para acessar o site, basta entrar o endereço m.hands.com.br no Safari do seu aparelho. O ideal é adicionar um favorito na tela de início, para você poder consultá-lo sempre que precisar.
Os nossos colegas do FingerTips nos sugeriram um link sobre a homologação do iPhone na ANATEL. Através dessa página, você pode acompanhar como anda o processo de regulamentação do telefone da Apple no nosso país.
Na verdade o link já circula desde o final de junho. Só não comentamos antes porque não achamos que seria de grande interesse ficar dois meses olhando para a página e não ver nada mudando. Como já comentamos antes aqui no Blog do iPhone, o processo de homologação dura cerca de 60 dias, e por isso o aparelho não deve ser liberado para a venda antes de setembro.
Resta saber quando é que a Apple vai anunciar a terceira leva de lançamentos mundiais do iPhone 3G.
Acabei de ver e ainda não estou acreditando. Obviamente deve ser piada de um programador que não tem mais nada o que fazer com 99 dólares e resolveu se inscrever no programa de desenvolvedores da Apple para lançar esse aplicativo.
O aplicativo se chama I Am Rich (Eu Sou Rico). Olhem com seus próprios olhos:
Isso mesmo. Custa US$ 999,99 (cerca de R$ 1.560).
Sabe o que ele faz? Mostra uma imagem de um rubi, só para mostrar que você comprou o aplicativo, o que mostra que você é rico.
Poderia ser uma bela piada, se não fosse tão besta.
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